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	<title>Lançamentos &#8211; Preshow &#8211; Mídia em Cinema</title>
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	<description>Presentes em todo o Brasil, com capilaridade</description>
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		<title>O ano do cinema nacional: salas escuras receberão novas histórias e o retorno de importantes franquias brasileiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tripé Criação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 22:13:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[Existe uma grande expectativa para que esse ano seja um dos mais importantes da história do cinema nacional. Após a venda de ingressos para filmes brasileiros cair 12,2% em relação de 2024 (12,67 milhões) para 2025 (11,12 milhões), as distribuidoras possuem em seus line-ups ótimas opções de produções nacionais com grande possibilidade de levar os [&#8230;]]]></description>
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<p>Existe uma grande expectativa para que esse ano seja um dos mais importantes da história do cinema nacional. Após a venda de ingressos para filmes brasileiros cair 12,2% em relação de 2024 (12,67 milhões) para 2025 (11,12 milhões), as distribuidoras possuem em seus line-ups ótimas opções de produções nacionais com grande possibilidade de levar os fãs de nosso cinema para as salas escuras.</p>



<p>O Portal Exibidor separou alguns títulos nacionais que prometem fazer diferença no market share dos ingressos vendidos em 2026. Apesar disso, vale ressaltar três questões:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A primeira é que algumas datas de estreia ainda podem mudar;&nbsp;</li>



<li>A segunda é que, apesar do potencial dos filmes, existe uma cadeia de fatores que vão determinar o seu sucesso comercial;</li>



<li>E, por fim, lembrar que mais filmes com potencial de bom público podem surgir com o passar das semanas. É importante lembrarmos que, em 2024, <strong>Ainda Estou Aqui </strong>começou a ganhar mais destaque em setembro, quando venceu como Melhor Roteiro no Festival de Veneza, e em 2025 a hype de <strong>O Agente Secreto </strong>começou no final de maio, quando o longa saiu multipremiado de Cannes.&nbsp;</li>
</ul>



<p></p>



<p>O ano começou com algumas apostas: há menos de duas semanas em cartaz, <strong>Agentes Muito Especiais (Downtown Filmes) </strong>deve alcançar os 100 mil espectadores em breve, enquanto o infantil <strong>O Diário de Pilar na Amazônia (Disney) </strong>estreou na última cine-semana com quase 50 mil ingressos vendidos.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>PRIMEIRO QUADRIMESTRE</strong></h2>



<p>O primeiro grande lançamento nacional de 2026, entretanto, deve ser <strong>(Des)controle (Elo Studios/Sony)</strong>. Codistribuido entre duas empresas, a campanha do longa vem sendo trabalhada há bastante tempo, e contém a Carolina Dieckmann no elenco, além de ter um tema que pode ser um chamariz. Sucessos recentes da Sony (“Ainda Estou Aqui” e “Vitória”), e da Elo Studios (“Medida Provisória”) indicam que as distribuidoras entendem o público que consome filmes nacionais.&nbsp;</p>



<p>Com estreia em 5 de fevereiro, a baixa concorrência de títulos pode ajudar bastante a elevar as vendas de <strong>(Des)controle</strong>.</p>



<p>Quase dois meses depois, em 26 de março, entra em cartaz <strong>Velhos Bandidos (Downtown/Paris)</strong>. Com um elenco estelar, que conta com Ary Fontoura, Bruna Marquezine, Vladmir Brichta, Lázaro Ramos e Fernanda Montenegro em sua potencial última estreia (o que, por si só, é um marco), o longa une comédia com crime, repetindo uma fórmula que costuma agradar o público.</p>



<p>Em relação à concorrência, há duas formas de observar: pode disputar um pouco de espaço com os vencedores do Oscar, que tendem a ganhar destaque após a premiação, em março; mas há pouca disputa com longas de comédia e longas nacionais. Por ser um filme voltado para um público mais popular, é importante fazer uma boa estreia, visto que na semana seguinte <strong>Super Mario Galaxy (Universal)</strong>, um dos principais blockbusters do ano, entra em cartaz.</p>



<p>Aliás, junto com <strong>Super Mario</strong>, outros dois filmes brasileiros entram em cartaz em 2 de abril. O primeiro é <strong>Zico, o Samurai de Quintino (Downtown/Paris)</strong>, e público tem, visto que é um documentário inédito sobre o maior ídolo da história do Flamengo, clube com 35 milhões de apoiadores no Brasil. A questão é saber se comunicar com eles. De qualquer forma, possui potencial para fazer ótimos números para um documentário.</p>



<p><strong>O Rei da Internet </strong>é, até o momento, apontado como o principal lançamento da <strong>Vitrine Filmes </strong>em 2026 &#8211; ao menos no âmbito comercial. A distribuidora, inclusive, vem trabalhando na campanha do filme há alguns bons meses e se tem algo que a indústria brasileira sabe é que a Vitrine entende muito bem o público consumidor de cinema nacional.&nbsp;</p>



<p>A concorrência, entretanto, é o já falado <strong>Super Mario Galaxy</strong>. Por mais que não seja uma disputa direta, visto que os públicos-alvo são diferentes, é sempre complicado disputar espaço com lançamentos desta magnitude. No mesmo dia, aliás, entra em cartaz <strong>Barba Ensopada de Sangue</strong>, que vem sendo trabalhado há cerca de um ano pela <strong>O2 Play</strong>.</p>



<p>Uma última aposta para fechar o quadrimestre é <strong>Um Pai em Apuros (+Galeria)</strong>, com estreia prevista para 24 de abril. Protagonizado por Dani Calabresa e Rafael Infante, o longa terá concorrência de peso: <strong>Michael (Universal)</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>SEGUNDO QUADRIMESTRE</strong></h2>



<p>No final de maio, mais exatamente no dia 28, dois filmes nacionais com bom potencial de público entram em cartaz. <strong>Minha Melhor Amiga (Downtown/Paris)</strong> traz a dupla Ingrid Guimarães e Mônica Martelli em uma trama que se conecta bastante com um público que ainda não retomou, em ritmo esperado, o costume de ir aos cinemas: os 40+ e as famílias. Com uma campanha bem trabalhada, o longa tem potencial para fazer um dos melhores públicos de filmes nacionais em 2026.</p>



<p>Voltado para o público infantil e com uma fortíssima conexão com a formação de público, temos no mesmo dia a primeira aparição da <strong>Galinha Pintadinha (Imagem Filmes)</strong> nas telonas. Tem um potencial enorme público &#8211; talvez difícil de impactar -, mas chega aos cinemas com a chancela de ser a maior marca audiovisual brasileira voltado para as crianças.&nbsp;</p>



<p>Desde a primeira aparição, em 2006, a franquia da <strong>Galinha Pintadinha </strong>soma 50 bilhões de visualizações, 60 milhões de inscritos e a marca movimenta R$ 4 bilhões por ano. Nas redes sociais, são 1 milhão de seguidores no Instagram e 2,5 milhões no TikTok, rede essa que oferece um conteúdo mais “adulto” para quem cresceu acompanhando a Galinha Pintadinha. </p>



<p>E não para por aí: a animação é a segunda mais assistida na Netflix, são 1,5 milhão de ouvintes no Spotify nos cinco álbuns lançados e a marca está entre as 100 mais licenciadas do mundo, na frente de Volkswagen e da Sony, com seu conteúdo sendo licenciado em mais de dez idiomas.&nbsp;</p>



<p><a href="https://www.exibidor.com.br/noticias/mercado/15011-imagem-filmes-apresenta-sete-longas-incluindo-a-primeira-aparicao-da-34galinha-pintadinha34-nas-telonas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Durante a EXPOCINE 25, Juliano Prado, um dos criadores da franquia, ressaltou: “O projeto está há quatro anos em produção e o público-alvo é o infantil. Nos posicionamos como a primeira marca da criança brasileira, e acredito que pode ser o primeiro filme da criança brasileira”. E se engana quem espera que serão 90 minutos de animais cantando, porque haverá uma estrutura narrativa bem definida, com a Galinha sendo mãe pela primeira vez, criando assim uma conexão com os pais das crianças. Algo também inédito é que a galinha, pela primeira vez desde sua criação, irá falar</a>.</p>



<p>Na concorrência, <strong>Galinha Pintadinha </strong>não deve ter grandes disputas. Mas, na semana seguinte, um longa entra em cartaz e deve colocar um sinal de alerta em <strong>Minha Melhor Amiga</strong>. No dia 4 de junho, é a vez de <strong>Se eu Fosse Você 3 (Disney)</strong> entrar em cartaz, uma das principais franquias do cinema nacional.&nbsp;</p>



<p>Enquanto o primeiro filme vendeu 3,6 milhões de ingressos em 2006, o segundo levou 6,1 milhões de espectadores às salas escuras em 2009, sendo até hoje o 9º filme brasileiro com melhor desempenho na história. Se os números vão se repetir vai depender de diferentes fatores, mas é uma aposta certeira para ser o filme brasileiro com melhor desempenho em 2026.&nbsp;</p>



<p>O longa entra em cartaz com a concorrência de <strong>Minha Melhor Amiga</strong>. E, pensando em sustentação, uma semana depois estreia <strong>Todo Mundo em Pânico 6 (Paramount) </strong>e <strong>Dia D (Universal)</strong>, de Steven Spielberg, que, apesar de serem de gênero e possuírem públicos-alvo diferentes, são longas nostálgicos que podem disputar parte do público. A concorrência para uma sustentação mais forte vem mesmo após duas semanas da estreia, quando chega <strong>Toy Story 5 (Disney)</strong>. Apesar disso, como ambos são da Disney, possivelmente há uma estratégia montada para retroalimentação de público.</p>



<p>No dia 25 de junho é a vez de <strong>Deus Ainda é Brasileiro (Imagem Filmes)</strong> entrar em cartaz. O antecessor fez 1,6 milhões de espectadores em 2003 e tem alguns motivos para novamente ter um desempenho que agrade os exibidores. Um deles claramente é o fato de que foi o último longa dirigido por Cacá Diegues, que faleceu em fevereiro do ano passado.</p>



<p>Na concorrência, pode depender de como estará a sustentação de <strong>Se Eu Fosse Você 3</strong>. Além disso, estreia no meio da temporada de blockbusters, entrando em cartaz junto com <strong>Supergirl (Warner)</strong>, uma semana antes de <strong>Minions 3 (Universal) </strong>e duas semanas antes do live-action de <strong>Moana (Disney)</strong>. Não são os mesmos públicos, mas concorrer contra o verão estadunidense e seus grandes lançamentos pode ser complicado.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>TERCEIRO QUADRIMESTRE</strong></h2>



<p>Muito por causa da temporada de blockbusters, os lançamentos nacionais do período entre junho e agosto costumam ser mais pontuais e voltados para públicos que nada ou pouco concorrem com as grandes produções. O retorno de uma forte estreia nacional se dá em 8 de outubro, com <strong>Um Tio Quase Perfeito 3 (H2O Films).</strong></p>



<p>Seus antecessores foram bem, apesar de terem sido lançados em período de pandemia, e obtiveram ótimos números também no streaming. Agora, em um melhor momento para estrear nos cinemas, pode ser a chance da franquia fazer números mais completos nas telonas. O longa pode se beneficiar do fim da temporada de blockbusters, quando há uma oferta menor de filmes.&nbsp;</p>



<p>Também da <strong>H2O Films</strong>, em 3 de dezembro, entra em cartaz <strong>Viver é Melhor que Sonhar: A Vida de Belchior</strong>. Talvez seja a biopic com melhor potencial de público no cinema nacional em 2026. O lado negativo é que entra em cartaz em meio a muitos blockbusters, como o novo <strong>Jogos Vorazes (Paris Filmes)</strong>, <strong>Jumanji 3 (Sony)</strong>, <strong>Vingadores 5 (Disney) </strong>e <strong>Duna 3 (Warner)</strong>.&nbsp;Na última semana cheia do ano, no dia 24 de dezembro, entram em cartaz <strong>Minha Irmã e Eu 2 </strong>e<strong> Os Farofeiros 3</strong>, ambos da <strong>Downtown/Paris</strong>, e no dia 31 é a vez de <strong>Bruna Surfistinha 2 (Imagem Filmes)</strong>. Além da eventual disputa com os blockbusters, o impacto principal nos exibidores só deve ser sentido em 2027.</p>



<p>Fonte: <a href="https://www.exibidor.com.br/noticias/mercado/15217-o-ano-do-cinema-nacional-salas-escuras-receberao-novas-historias-e-o-retorno-de-importantes-franquias-brasileiras?mc_cid=944426ef48&amp;mc_eid=c8cb071600" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Portal Exibidor</a></p>



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